Diabetes Tem Cura Sim! Eles Não Querem Que Você Saiba Disso

Diabetes Tem Cura Sim! Eles Não Querem Que Você Saiba Disso

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O diabetes tem cura?

Diabetes é uma doença perigosa, que pode causar sérias consequências às vidas dos indivíduos que sofrem com essa disfunção. O problema é dividido nos tipos 1 e 2, apresentando diferentes sintomas.

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A diabetes mellitus tipo 1 e 2 no Brasil

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A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, aponta que a diabetes atinge 9 milhões de brasileiros, um número que corresponde a 6,2% da população adulta.

Após os estudos, foi concluído que as mulheres apresentaram maior proporção desse mal que os homens.

7% do público feminino é atingido pela doença, enquanto 5,4% sofrem com o diabetes, o que significaria 5,4 milhões de mulheres contra 3,6 milhões de homens.

Quanto à faixa etária, 0,6% pessoas entre 18 a 29 anos apresentam a disfunção, porcentagem que aumenta conforme o aumento da idade: 5% de 30 a 59 anos; 14,5% entre 60 e 64 anos e 19,9% entre 65 e 74 anos. Para idosos acima de 75 anos, o o percentual foi de 19,6%.

Os números são alarmantes, não é mesmo?! Mas uma notícia vem por aí: Os resultados de uma pesquisa científica, realizada na Universidade de Harvard (EUA) apontam para uma possível a diabetes tem cura. Estudiosos explicam que essa é a descoberta mais importante desde a invenção dos antibióticos.

A descoberta - Diabetes tem cura?

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Diabetes tem cura, veja como os pesquisadores chegaram a essa conclusão.

Liderados pelo pesquisador Douglas Melton, os pesquisadores de Harvard conseguiram transformar células tronco humanas em células beta funcionais.

Até então, os estudiosos sabiam como gerar células betas não funcionais a partir de células tronco, ou seja, as células se pareciam com células beta, mas não trabalhavam da forma adequada.

Douglas e sua equipe descobriram a receita molecular que induz uma célula tronco humana (tanto embrionária quanto a de pluripotência induzida) a passar pelos vários estágios de desenvolvimento até se transformar em uma célula beta completa.

A equipe precisou testar centenas de combinações de moléculas, até que fosse possível encontrar essa fórmula. Para tanto, foram acrescentados dois ou três fatores de crescimento de cada vez em um processo de seis passos, induzindo aos poucos a transformação de células indiferenciadas em células beta.

Douglas afirmou que as células beta geradas em laboratório “conseguem ler a quantidade de açúcar no sangue e, então, secretar a quantidade exata de insulina de maneira tão incrivelmente acurada que eu não acredito que isso será jamais reproduzido por injeções ou bombas de insulina”.

Entendendo a descoberta

As células tronco são células humanas indiferenciadas, que possuem o potencial para transformarem-se em outros tipos de células. A partir das mesmas células tronco, é possível criar, por exemplo, células do coração, cérebro ou células beta.

Para que esse processo de transformação seja possível, é necessário que elas sejam alimentadas com uma combinação super específica de moléculas.

Para a cura da diabetes o desafio dos pesquisadores é, portanto, encontrar a combinação certa para que as células transformem-se nos tipos celulares almejados.

Já as células beta são as as células do pâncreas que produzem insulina e controlam a glicemia. Em indivíduos que apresentem diabetes do tipo 1, o sistema imune do corpo ataca estas células, reduzindo o a produção natural de insulina, o que gera o diabetes.

O que a cura da diabetes significa na prática?

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A descoberta poderá significar que os diabéticos, que hoje dependem do uso de insulina, poderão realizar um transplante de células beta funcionais.

Ou seja, na prática a necessidade de injeções acabaria e seria possível manter o controle natural da glicemia no corpo do indivíduo.

Em outras palavras, o diabetes tem cura!

O transplante também seria eficaz para diabéticos tipo 2, que utilizam insulina para controlar a glicemia.

A cura na atualidade

As células beta de laboratório já foram testadas em camundongos diabéticos e os resultados atenderam as expectativas:

a glicemia foi controlada e foi eliminado o excesso de açúcar no sangue em apenas 10 dias. Os primeiros testes com primatas estão em fase de estudos.

Os próximos passos serão adequar o protocolo de geração das células beta a um padrão industrial, utilizando para isso sinais de indução altamente purificados.

Tudo isso será necessário para que as agências regulatórias governamentais aceitem o uso das células em humanos. Douglas acredita que em um ano seja possível alcançar essa meta.

Depois disso, chegará a hora de escolher a melhor maneira de inserir as novas células beta no organismo dos diabéticos de maneira segura, garantindo que o sistema imune não as destrua.

Métodos de proteção como este descrito pelo Diabeticool em agosto são a grande aposta da equipe médica.

Motivação de Douglas

Douglas Melton é movido, além da curiosidade científica, pelo fato de seus dois filhos sofrem com diabetes. Há 20 anos, o primogênito foi diagnosticado com diabetes tipo 1 e poucos anos depois nasceu a sua filha, também diabética.

Foi nessa época que Douglas decidiu deixar as pesquisas sobre desenvolvimento de sapos para se dedicar exclusivamente a cura da diabetes.

Entendimento do diabetes

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Existem dois tipos de diabetes que os indivíduos podem desenvolver:

Diabetes tipo 1: também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado, no diabetes tipo 1 a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, já que as células sofrem com a destruição autoimune.

Dessa forma, os portadores da doença precisam de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores normais.

Diabetes tipo 2 : também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto, correspondendo a 90% dos casos de diabetes.

Com essa doença, a a insulina está presente, mas sua ação é dificultada pela obesidade, problema conhecido como resistência insulínica, uma das causas de hiperglicemia.

O diabetes tipo 1 age rapidamente, enquanto o tipo 2 é furtivo e os seus sintomas se desenvolvem ao longo de meses ou anos. Sem tratamento adequado, a doença pode levar a problemas nos nervos, doença do coração ou cegueira.

Tratamento

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Tanto o tipo 1, quanto o 2, são tratáveis. Os indivíduos com o tipo 1 podem viver vidas longas e saudáveis, desde que contem com as injeções de insulina, uma dieta regulada e a prática constante de exercícios físicos.

Já as pessoas com o tipo 2 podem controlar a doença, muitas vezes, apenas com a dieta, ou até mesmo ficarem livres do problema ao mudarem seus hábitos.

O problema é que a maioria das crianças não são diagnosticadas. Uma pesquisa britânica, por exemplo, mostrou que apenas 14% dos pais conhecem os principais sinais de alerta do diabetes tipo 1.

Assim, os pequenos podem sofrer por semanas ou meses com o diabetes tipo 1, e durante anos com o tipo 2 não diagnosticados.

Para evitar esse problema com os seus filhos ou crianças próximas, conheça os sintomas do diabetes:

  • Excesso de sede e fome;
  • Perda de peso;
  • Constante necessidade de ir ao banheiro urinar;
  • Fadiga;
  • Boca seca;
  • Visão embaçada;
  • Problemas respiratórios;
  • Comichão na pele;
  • Dormência nas mãos ou nos pés;
  • Feridas que tardam a cicatrizar.

Observação: Crianças com diabetes tipo 2 também podem desenvolver uma doença de pele chamada acantose nigricans.

O problema é caracterizado por hiperqueratose (excesso de queratina) e hiperpigmentação (lesões de cor cinza e engrossadas, que dão um aspecto verrugoso).

As áreas mais atingidas são a região posterior do pescoço, seguida pelas axilas, face lateral do pescoço, superfícies flexoras dos membros, região periumbilical, inframamária, mucosa oral ou planta dos pés e palma das mãos (os dois últimos são mais raros).

Há um histórico de diabetes na família? Mantenha-se sempre em atenção em relação aos seus filhos, também procure mantê-lo dentro do peso adequado. Ao notar algum sintoma, busque ajuda de um pediatra, que poderá realizar o diagnóstico de forma precisa.

Diabetes e a mudança no estilo de vida

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Indivíduos que possuem diabetes precisam mudar o estilo de vida. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e da Sociedade Brasileira de Cardiologia, algumas recomendações básicas são necessárias e farão enorme diferença na vida da pessoa.

“Comer melhor e menos para perder peso e manter a saúde, hábito que deve estar relacionado à prática de atividade física contínua”, afirmam os especialistas.

Além do mais, os carboidratos devem ser reduzidos, fazendo um controle da quantidade e da qualidade do que será consumido.  Portanto, é fundamental buscar ajuda de um nutricionista ou  endrocrinologista.

Os cuidados com a alimentação devem estar alinhados ao uso da medicação e ao acompanhamento médico. Então, cuidado ao restringir a sua dieta, já que grandes mudanças podem causar hipoglicemia.

Por exemplo, se a alimentação é alterada, mas a medicação continua a mesma, haverá uma "sobra" de remédio no sangue, deixando os níveis de açúcar em níveis muito baixos, o que pode causar cansaço, tonturas, desmaios e outros sintomas.

A perda de peso também é fundamental para o controle e a prevenção da diabetes, possibilitando a redução e até a suspensão da medicação em alguns casos. De qualquer forma, o processo precisa da monitoração de um médico.

Reduzindo o consumo de açúcar

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Mesmo para os indivíduos que não sofrem com diabetes, reduzir o consumo de açúcar é fundamental, já que este alimento é um considerado um veneno pelos especialistas.

Alguns cientistas americanos afirmam que a venda do produto deveria ser controlada, assim como ocorre com o cigarro e o álcool.

O jornal britânico Daily Mail atribui o consumo excessivo de açúcar ao aumento doenças como obesidade, câncer, problemas no coração e no fígado.

De acordo com o veículo, o alimento contribui para a morte de 35 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo.

O artigo intitulado "A verdade tóxica sobre o açúcar", publicado no jornal Nature , mostra que o açúcar não só contribui para a obesidade, mas afeta o o metabolismo como um todo, aumenta a pressão arterial, desequilibra os hormônios e faz mal ao fígado.

O termo açúcar é o nome genérico para designar os diferentes tipos de carboidratos, como glicose, frutose, maltose, lactose e sacarose. Há também os adoçantes ou edulcorantes, substâncias utilizadas para adocicar as refeições, substituindo totalmente ou parcialmente a sacarose, o tipo mais comum de açúcar.

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Porém, algumas pesquisas também apontam os efeitos negativos na saúde por conta do consumo de alguns adoçantes. Esses produtos contém os edulcorantes como princípio ativo, que são substâncias que podem ser artificiais ou naturais.

Os efeitos nocivos são relacionados ao  edulcorantes artificiais, como o aspartame que, ao ser metabolizado, origina produtos maléficos ao organismo.

Os especialistas indicam, portanto, o consumo de adoçantes que contêm edulcorantes naturais, como o xilitol e o stévia ou estévia.

O estévia é o mais indicado para os diabéticos, sendo um extraído das folhas da planta Stevia rebaudiana (Bert.) Bertoni, originalmente encontrada desde o Paraná até o Paraguai, sendo a única dentre 200 espécies de Stevia que possui o extrato usado como adoçante, apesar de ter um sabor levemente amargo.

O uso das plantas e dos cristais adoçantes de estévia são aproveitadas por índios da América do Sul para adoçar preparações, como chás.

De acordo com levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), o estévia tem o poder de adoçar até 300 vezes mais que o açúcar comum, sendo que 16 mg do adoçante natural equivalem a uma colher de sopa de açúcar.

A ingestão máxima diária indicada é de 5,5 mg/kg de peso corporal.

Pesquisas realizadas sobre as propriedades do estévia mostram a eficácia no tratamento da diabetes, sendo capaz de de estimular a produção de insulina. Outro aspecto positivo do adoçante natural é capacidade de atuar como antioxidante, combatendo radicais livres que podem destruir células saudáveis.

Prefira sempre os edulcorantes naturais, mas tenha cuidado ao optar pelo consumo caso você tenha diabetes, já que alguns são considerados substitutos do açúcar, mas são nocivos aos indivíduos diabéticos, como é o caso do açúcar de coco.

Atente-se! O diabetes é uma doença perigosa que atinge indivíduos no mundo todo, prejudicando a vida dos mesmos. Ao perceber os sintomas, busque ajuda e, com a realização do diagnóstico, realize os cuidados indicados pelo médico especialista.

Mantenha uma alimentação balanceada, controle o consumo de açúcar, pratique exercícios físicos e leve uma vida equilibrada. A sua saúde e a sua estética agradecem.

Não esqueça de acompanhar nossa página e seguir sempre as nossas recomendações. Sua vida saudável é nossa prioridade.

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